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| 02/04 junho 2006 | |
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| desde 1996 - ANO X |
| 2006 ano MAURÍCIO DE OLIVEIRA |
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Na adaptação livre de Esperando Godot, Marcelo Ferreira dirige os atores Anderson Café e Diego Amaral, responsáveis por estabelecer as conexões entre o expressionismo e a contemporaneidade, para mostrar que somente o que é realmente absurdo pode dar conta de revelar a vida. Este é o terceiro trabalho da Cia Urgente de Teatro, que também montou Fim de Partida, também de Beckett e O Processo, inspirada na obra de Kafka, sempre combinando gestual mínimo com encenação, buscando referências na extinta Cia de Dança Neo-Iaô, no teatro kabuki e o teatro nô e a dança butô. Em entrevista ao Taru, o diretor Marcelo Ferreira fala um pouco dessa montagem e da Cia Urgente de Teatro.
[ leia a entrevista na íntegra] JOÃO BARRETO |
Criado em 2001, o Coro e Orquestra Domine Maris propõe-se a “executar e divulgar a música brasileira, erudita e popular, dos séculos XVIII e XIX, fazendo um paralelo com a música internacional dos grandes mestres como Bach e Vivaldi”. Desde então o grupo apresenta-se periodicamente em Vitória como também no Rio e Janeiro e Minas Gerais. A consolidação desse trabalho pode ser verificada na audição do excelente CD “Creator Alme”, lançamento independente, gravado ano passado na Faculdade de Música do Espírito Santo, cujo repertório são músicas sacras de compositores brasileiros dos séculos XVIII e XIX. [texto completo] 01 junho ROGÉRIO COIMBRA ESCREVE ÀS QUINTAS
A Gazeta: estagiário derruba diretor de redação Gilberto Medeiros entrevista Gustavo Tenório [ex-Gazeta On Line] O bem-humorado depoimento do jornalista Gustavo Tenório [foto] sobre o começo do portal Gazeta On Line, dado ao repórter Gilberto Medeiros, traz mais um gostoso ‘causo’ do jornalismo capixaba: o dia em que o então estagiário derrubou o diretor de redação de A Gazeta. O material faz parte da pesquisa de Medeiros sobre os dez anos iniciais do jornalismo capixaba produzido para ser veiculado pela internet. O registro desses momentos seminais será publicado em livro. [texto completo] |
JOSÉ LUIZ GOBBI [Ator e Diretor]
TARU - O que você anda fazendo no momento? Eu estou ensaiando bastante “Hello Creuzodete 4, Finalmente Alguém Comeu” que estréia dia 14 de julho, pós copa, no teatro Galpão. E a peça vem com uma grande e esmerada produção. A história trata de uma disputa de cargo entre Marli e Creuzodete, que finalmente apareceu. Isso vai ser complicado pela chegada de um casal de vampiros, Drawonka e Gostov, que têm de beber o sangue de uma virgem de mais de 20 anos. Como no mundo tal virgem de mais de 20 anos só tem uma... Eles voam da Transilvânia até Vitória para transformar a vida da famosa virgem do Espírito Santo numa sucessão de gargalhadas e dentes pontiagudos. TARU - E além desses ensaios? Além disso, eu estou com um grupo teatral chamado Trupirada, que já existe há um ano e meio – no ano passado eles fizeram “Tribobó City” de Maria Clara Machado – para jovens entre 8 e 14 anos. Estamos escolhendo os textos para os esquetes no fim do ano. Há uma forte tendência de fazer uma adaptação dos textos de Luiz Fernando Veríssimo. OUTROS PAPOS [ARQUIVO] |
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O vale-livro é o destaque da 4ª edição da Feira do Livro de Anchieta (Felivran), que acontece no balneário capixaba. O vale foi criado pela prefeitura local para os quase seis mil alunos da rede pública de ensino. A feira está no Centro Social do Clube Vila Samarco, na Rodovia do Sol, ao lado da prefeitura, até 3 de junho, sempre das 8h30 às 21h. É o início da programação da Festa Nacional do Beato Anchieta.
O público terá palestras com escritores nacionais e capixabas, oficinas de origame, quadrinhos e cartoons, além de contadores de histórias infantis. Serão 36 estandes com uma grande diversidade de publicações expostas. A Felivran volta ao calendário cultural de Anchieta após quase dez anos de interrupção. |
Todos os alunos da rede pública de ensino receberão um vale-livro no valor de R$ 5 (cinco reais), para serem trocados ou para complementar a compra de livros na feira. Assim, o vale-livro beneficia os alunos e movimenta a Felivran. Mais informações: www.anchieta.es.gov.br (28) 3536-3347 |
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Na busca encontrei uma resenha que fiz sobre os anos 80, para o Caderno Dois de A Gazeta em janeiro de 1990.
O texto “No Caminho da Erudição” faz uma síntese dos principais acontecimentos, eventos e artistas em atividade naquele período. Como o próprio texto previa, “Destacar exposições de uma década num espaço restrito, é perigoso e, certamente, alguma injustiça será cometida”. Talvez seja possível numa releitura atualizada apontar algum esquecimento, mas acredito que o material ainda seja de utilidade e pode funcionar razoavelmente como primeiro contato com os acontecimentos do período. Outro aspecto interessante do texto foi o acerto nas previsões para a década que se iniciava: “Enfim, cosmopolita. Esse é o caminho inevitável que a arte produzida no Espírito Santo deverá seguir nesta nova década.” [texto completo] 16 maio NENNA ESCREVE ÀS TERÇAS [Exepcionalmente não publicamos a coluna de 23 de maio]
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A GAZETA - Caderno Dois - 04 janeiro 1990
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Um quase Hai-kai pro meu umbigo
"Tarde recente, fui me aconselhar com o amigo jardineiro Marien Calixte sobre a cerimônia do prêmio Taru, neste 2006 dedicado ao maestro Maurício de Oliveira. Combinamos possibilidades, dividimos a alegria de refletir sobre o quanto Turíbio Santos tinha sido bacana ao compor uma música em homenagem, com o nome “Seu Maurício”... E a tarde indo..." [ texto completo] 25 abril 2006 Um Conselho, Dois Conselhos "A importância da existência de um Conselho representativo da sociedade é de fácil constatação sendo, minimamente, uma das formas de avançar no processo de democratização e oxigenação das decisões do executivo." [ textocompleto] 16 março 06 |
ANTIGOS Este arquivo de textos reunindo material disponibilizado desde 1996, começa a ser organizado: [versão 800x600 pixels] [versão 1024x768] |
TARU: "Esse vocábulo, extremamente notável, originalmente designa apenas a lua, provavelmente também o sol, mas depois por uma associação de idéias muito natural, passou a significar também o tempo." [Maximilien de Wied-Newied, em 1815/16 - durante estadia entre os botocudos que circulavam ao norte do Rio Doce] . . . | desde 1996 Editado por CapixabaOn Ltda. Vitória - Brasil contato: taru@taru.art.br |
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