TERÇA - 04 julho 2006 | t a r u | desde 1996 - ANO X
2006 ano MAURÍCIO DE OLIVEIRA
audioteca mp3 | mostra de arte produzida para a internet | | arquivo


Um Duelo no Submundo de Vitória


Jornalista Pedro Maia.

"Conheci Octavio Ribeiro – ou Otário Ribeiro, como costumava trata-lo nas quebradas da madrugada – em meados dos anos setenta quando esteve no Espírito Santo fazendo um levantamento de roubos de carros para a revista 4 Rodas.

Nessa ocasião trabalhamos juntos e nossas matérias foram publicadas em A Tribuna e na 4 Rodas de maneira simultânea, o que impressionou Mino Carta, que por esse tempo havia fundado a revista ISTO É, em São Paulo.




Não demorou muito para Otávio Ribeiro estar de volta a Vitória. Dessa vez para realizar a reportagem "Um Duelo No Submundo de Vitória" para a revista ISTO É, em 1976. O trabalho foi resgatado por TARU em 1999 e agora retorna em uma elogiável atitude, que assim homenageia o jornalismo que se fazia há 30 anos, quando o computador ainda era sonho de repórter americano.

Naqueles tempos, a gente não contava com arquivos, estatísticas e outra mumunhas dos dias de hoje. O negócio era conferir a notícia “in loco”. Isso foi o que nós fizemos sobre a velha São Sebastião, a popular Carapeba, que segundo o saudoso Octavio Ribeiro éra a “Disnelandia da sacanagem”.

Leiam e aproveitem!


03 julho 2006





Repórter vai de Maysa aos Racionais MCs



José Roberto, foto Gildo Loyola

José Roberto Santos Neves prepara para breve seu segundo livro, uma compilação de entrevistas que fez com grandes nomes da música brasileira entre 1995 e 2005, ao mesmo tempo em que lança o livro “Maysa” pelo Brasil adentro com boa repercussão na mídia nacional.
[leia a entrevista]






ARTE?


Pintura de Maria Angélica Murad

"Sabe aquela discussão entre arte x arte decorativa, o que diferencia, o que torna história, os grandes nomes,... aquelas discussões fabulosas que transformam um palito de fósforo colado num papel numa obra complexa, abstrata com aerodinâmica indescritível e de relevância quase inquestionável! Claro, que depende de quem assina a obra."
[texto na íntegra + fotos]




CAÊ GUIMARÃES
[Jornalista e Poeta]




TARU - O que você está fazendo?

Sou o secretário de Comunicação Social do município de Aracruz há seis meses. Estamos aumentando a equipe, que já conta com dois jornalistas, fotógrafo, radialista... também estou preparando um livro novo.

TARU - O livro é um projeto pessoal?

Sim! É meu terceiro livro e foi aprovado pelo edital lançado pela Secretaria de Estado de Cultura. Agora a Lara Felipe está fazendo a capa. A idéia é publicar entre julho e agosto. São poesias e o nome é “Quando o dia nasce sujo”.

TARU - Quais os projetos que você está tocando na Prefeitura de Aracruz?

Finalizamos a contratação de uma agência de propaganda e estamos na campanha do IPTU, lançamos um jornal quinzenal da prefeitura, reformulando o site oficial.



OUTROS PAPOS
[ARQUIVO]







Restauramos a entrevista da saudosa D. Rosa Pazeto Juliati, a "mãezona dos punks" mãe do ex-vocalista [breve, novidades...] do Mukeka de Rato, Sandro. O registro, de Gilberto Medeiros!, foi disponibilizado em agosto de 2000.
[entrevista completa]







No Rasto de Anchieta.
"A falta de opções de lazer nos municípios capixabas, naqueles mais procurados pelos turistas, incluindo a capital Vitória, é constante. Parece não estar no sangue dos homens públicos a vontade de se criar programas em espaços coletivos por estas bandas. Há quanto tempo não se realiza mais um show na praia de Camburi? Onde se escondeu o chorinho da Praça Costa Pereira das manhãs de domingo? Onde estão os tamborins de Vitória? Por que não mais retretas? E ainda enchem o peito para afirmarem que a taxa de ocupação de nossos hotéis é uma das maiores do país. Também, com tanta celulose, minério, petróleo e navio, os hotéis ficam cheios mesmo, de segunda a sexta. Mas nem diversão paga é fácil para esses executivos acharem pelas ruas a não ser a mais antiga."

[texto completo] 22 junho

ROGÉRIO COIMBRA ESCREVE ÀS QUINTAS







Um documentário de mentirinha?


Zara, Tonha e Saudosa
O melhor de um filme que já passou e que algumas pessoas já viram, e você, por preguiça, falta de tempo ou outra circunstância impositiva, perdeu as exibições, é vê-lo em ocasião completamente extemporânea e poder se questionar: “porque eu não vi esse filme antes?”. O diretor Erly Vieira Jr. anda proporcionando esse tipo de prazer com exibições acompanhadas de debate, de Saudosa, dirigido em parceria com Fabrício Coradello. O filme foi lançado no ano passado e para quem não viu e se surpreende, é como achar uma nota de 100 num bolso de uma velha calça abandonada.

[ leia crítica na íntegra]

14 junho
JOÃO BARRETO ESCREVE ÀS QUARTAS



Arte e Justiça Contemporâneas


"Oceano" Nenna, estudo 2004.

"Este não é um problema da província. É um problema planetário. A arte atingiu um grau absoluto e merecedor de liberdade e ao mesmo tempo esta liberdade conceitual permite jogos inescrupulosos. Alguns por falta de conhecimento ou vaidade, outros por puro jogo de poder ou sadismo egocêntrico."

[texto completo] 13 junho







Um quase Hai-kai pro meu umbigo

"Tarde recente, fui me aconselhar com o amigo jardineiro Marien Calixte sobre a cerimônia do prêmio Taru, neste 2006 dedicado ao maestro Maurício de Oliveira.
Combinamos possibilidades, dividimos a alegria de refletir sobre o quanto Turíbio Santos tinha sido bacana ao compor uma música em homenagem, com o nome “Seu Maurício”... E a tarde indo..."

[ texto completo]

25 abril 2006


Um Conselho, Dois Conselhos

"A importância da existência de um Conselho representativo da sociedade é de fácil constatação sendo, minimamente, uma das formas de avançar no processo de democratização e oxigenação das decisões do executivo."
[ textocompleto]


16 março 06

ANTIGOS
Este arquivo de textos reunindo material disponibilizado desde 1996, começa a ser organizado:

















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TARU: "Esse vocábulo, extremamente notável, originalmente designa apenas a lua, provavelmente também o sol, mas depois por uma associação de idéias muito natural, passou a significar também o tempo."
[Maximilien de Wied-Newied, em 1815/16 - durante estadia entre os botocudos que circulavam ao norte do Rio Doce]


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