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| TERÇA - 11 abril 2006 | |
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| desde 1996 - ANO X |
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HOJE, [11], terça-feira, abertura da exposição Universo do Cordel no Museu de Arte do Espírito Santo - Dionísio Del Santo.
A mostra reúne mais de 2.000 cordéis vindos de coleção particular, livretos da cordelista capixaba Kátia Bobbio, doados ao MAES, além de matrizes de madeira e um vídeo relatando o trabalho de confecção do cordel. Com curadoria de Franklin Pedroso e Pedro Karp Vasquez é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura - ES. SERVIÇO: Onde: Museu de Arte do Espírito Santo Avenida Jerônimo Monteiro, 631, Centro, Vitória, ES. Quando: abertura - 11 de abril às 19:00 horas. exposição - de 12 de abril a 04 de junho. Visitas monitoradas: 3132 8393 |
Socó mostra suas "Pinturas e Cosoutras" na Galeria Espaço Universitário - Campus da Ufes |
Bernadete Rubim - ES |"Horizonte" - Instalação "Muitas coisas aconteceram desde o início, grandes exposições, eventos diversos com a participação de outras áreas culturais, um público de todos os níveis sociais e econômicos, faixas etárias diversas, todos disseram SIM, queremos. Hoje aqui estamos, artistas Plásticos Capixabas e suas obras. Sem eles a Casa seria vazia e triste. Abrem-se as portas e lá estavam e estão sempre eles, questionando, o tempo o espaço, a vida. Eles são a mola propulsora. Chega-nos projetos novos, ousados e irreverentes, mas aqui estão eles, cada dia mais e mais a todos eles o nosso tributo, nossas boas vindas, até logo, voltem sempre. A Casa é de vocês." [continua] Teresa Norma Tomassi | disponibilizado em 2001 - restaurado em abril 2006 |
Socó mostra "Pinturas e Cosoutras" na Galeria Espaço Universitário
A Galeria de Arte Espaço Universitário mostra a exposição PINTURAS E COSOUTRAS, de Paulo S. Souza – Socó. A mostra reune uma série de doze trabalhos de figuras abstratas, em pintura acrílica com dimensões de 1,20X80 e 1,60X1,20, além de objetos e peças de madeira. Paulo S. Souza é natural de Colatina, formado em comunicação social pela Ufes e autodidata em arte. Sua primeira individual foi na década de “80” e, desde então, vem trabalhando com pinturas, objetos e vídeos. SERVIÇO: PINTURAS E COSOUTRAS até 30 de abril, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Para agendar visitas guiadas: 3335-2371. Mais informações: 3335-2370 |
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Se alguém, antes dos anos 80, não soubesse se definir com relativa segurança, seria considerado uma pessoa sem personalidade. Essa condição, de certa forma, conferia um status inferior, quase uma ausência de consistência. Isso hoje parece não ser mais problema, muito pelo contrário, constitui até um charme. Na era da informática, a busca de uma essência cedeu lugar a exibição de uma aparência e as identidades se atravessam. Muita gente pode ser muita coisa ao mesmo tempo, ter várias identidades, assumindo muitas facetas. Se a questão da identidade do capixaba já era complicada antes de uma era globalizada, como é possível se resgatar uma seiva original numa época cada vez mais híbrida? [texto integral] 05 abril JOÃO BARRETO ESCREVE ÀS QUARTAS
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TARU: "Esse vocábulo, extremamente notável, originalmente designa apenas a lua, provavelmente também o sol, mas depois por uma associação de idéias muito natural, passou a significar também o tempo." [Maximilien de Wied-Newied, em 1815/16] | desde 1996 Editado por CapixabaOn Ltda. Vitória - Brasil contato: taru@taru.art.br . . . RECENTES [2006] Um Conselho, Dois Conselhos "A importância da existência de um Conselho representativo da sociedade é de fácil constatação sendo, minimamente, uma das formas de avançar no processo de democratização e oxigenação das decisões do executivo." [ leia o texto na íntegra] 16 março 06 ANTIGOS Este arquivo de textos reunindo material disponibilizado desde 1996, começa a ser organizado: [versão 800x600 pixels] [versão 1024x768] |
A Canção Brasileira. Um último registro: Henrique Vogeler morou por uma pequena temporada em Vitória na década de 20, provavelmente para reger orquestras de salão ou de cinema. Compôs para o Espírito Santo a Canção da Minha Terra, com letra de Ciro Vieira da Cunha e que todo capixaba, beirando os 70 ou mais, tem gravado na cabeça, afinal, era cantada em toda escola, principalmente no tempo do Estado Novo. O saudoso professor Renato Pacheco o cita no livro Os Dias Antigos (PMV, 1998). Voleger era o braço direito de Villa Lobos no Conservatório Nacional, no final dos anos 30 e início dos 40. Faleceu em 1944, aos 56 anos. [texto na íntegra] 06 abril COLUNA ATUALIZADA ÀS QUINTAS ![]() ![]() |
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