Fim de Semana - 22/24 SETEMBRO 2006 |

t a r u

| desde 1996
2006 ano MAURÍCIO DE OLIVEIRA
audioteca mp3 | mostra de arte produzida para a internet | | arquivo


'Camille Claudel - a sombra de Rodin' no MAES



Hoje, sexta-feira, palestra sobre Camille Claudel com a psicanalista Maria Tereza Palazzo às 18h no Maes.

La Valse
de Camille Claudel. Bronze, 1895 [43,5x37x17,5cm]

“Camille Claudel – a sombra de Rodin”, reúne esculturas, desenhos, além de filmes e documentários sobre a obra e relação entre dois ícones da arte francesa e mundial. No Museu de Arte do Espírito Santo, até 11 de outubro.

Constituída de um núcleo de obras pertencentes a museus e coleções particulares, sendo a maioria delas provenientes da coleção de Madame Reine-Marie Paris de La Chapelle, sobrinha neta da artista e neta do irmão de Camille, o escritor Paul Claudel, prêmio Nobel de literatura, esta coleção representa um dos mais significativos conjuntos de obras da artista associadas às encontradas no Museu Rodin.

“Camille Claudel – a sombra de Rodin” divide-se em quatro núcleos:

1º Núcleo: exposição didática contando a vida de Camille e relacionando suas fases artísticas e suas obras;

2º Núcleo: exposição de dezoito obras em bronze de Camille Claudel, ilustrando seu percurso artístico;

3º Núcleo: exposição de cinco obras em bronze de Auguste Rodin, visando propiciar uma avaliação das complexas relações artísticas e pessoais estabelecidas entre os dois escultores, e uma obra de Alfred Boucher, o primeiro professor de escultura de Camille.

4º Núcleo: cartas autografadas de Camille e Rodin, desenhos originais e reproduções vindas do Museu Rodin.


Onde: Museu de Arte do Espírito Santo - Avenida Jerônimo Monteiro, 631, Centro, Vitória, ES, telefone 31318393.
Quando: De 30 de agosto a 11 de outubro. Terças, quintas e sextas de 10 às 18 horas. Quartas das 10 às 21 horas. Sábados e domingos das 12 às 18 horas.






Seu Chiquinho - [foto Joana Rodrigues]

Choro, uma hipótese.

"O mais provável é que o choro capixaba seja uma vertente da musica erudita barroca, trazida no século XVI, pelos jesuítas. Seria um desdobramento da musica vivaldiana, impregnada da ritimicidade afro-indigena. A “emboladinha” de Seu Chiquinho é bom exemplo do processo. "

21 setembro 2006
TEXTO COMPLETO AQUI






Pedro Nunes


Pedro Nunes

Pedro Nunes é um garoto violeiro de 44 anos, que como nós, ama Beatles e Deep Purple. Sempre garoto, foi adotado como autor no vestibular da UFES com Vilarejo e outras histórias em 1995 e 1996. PN está escrevendo um novo romance, Em tempos de comer morangos. Ele sempre recorre às boas e velhas lembranças de sua infância em São José do Calçado.


15 setembro 2006


[texto completo]





A comédia 'Morto por 30 dias'

Autor e Personagens em Atrito

"Pois, na comédia Morto por 30 Dias, Alvim Barbosa, que vem de grande experiência no teatro do eixo Rio-São Paulo (mas sempre marcando presença nos palcos capixabas), faz o papel do autor, a mola propulsora da peça: cria seus personagens e começa a manipulá-los, dentro de um cenário preciso e minimalista de uma sala de visitas japonesa, com suas portas corrediças e espelhadas, lanternas, ideogramas e ikebana, - toques perfeitos para a residência de um descendente de samurais, como pretendia o autor."


[ texto completo ] 04 setembro 2006




Drops Plásticos:
Nam June-Paik, Rafael Samu e Carlos Crepaz



Nam June Paik - 'The More The Better'[1988]
Instalação com 1003 monitores de tv.


"Quando o eterno sorriso do coreano deixou seu olhar - aqui no sul era verão de janeiro – lembrei do seu 'Jardim de TV/ TV Garden', que mirei no MAM-Rio pós passagem pela Bienal de Sampa em 1975."



[texto completo] 13 setembro 2006









Inscrições até 22 de setembro

O 13º Vitória Cine Vídeo que acontece de 13 a 18 de novembro, está recebendo inscrições de vídeos e filmes em 16 e 35mm com até 50 minutos de duração.

Os vencedores nas várias categorias receberão o Troféu Marlin Azul e prêmios em dinheiro.

Regulamento e ficha de inscrição: www.vitoriacinevideo.com.br
Informações: [27] 3327 2751






Maurício há 42 anos.


"Somo às homenagens a minha, após revirar o baú da saudade e encontrar uma entrevista que fiz com o mestre há exatos 42 anos atrás, ou seja, publicada em A Gazeta no dia 23 de agosto de 1964, época em que eu assinava uma coluna chamada O Assunto É Música e Maurício estava prestes a lançar o seu primeiro disco solo. Divirtam-se e vejam como o tempo brinca com a gente, ou a gente brinca com ele.

Ao mestre, vida longa."

[texto completo] 12 setembro 2006 / 23 agosto 1964






O Tempo Não Pára

"O reconhecimento de seus incontáveis e fiéis admiradores – jovens, pelo meio ou já na terceira vida – mostrou que mesmo afastado o maestro permaneceu inteiro no coração da multidão que nunca o esquece."

por Nenna
[ TEXTO COMPLETO AQUI ]

overmundo.com.br



Quem convida é a mestre de cerimônias do evento, Ana Murta:

“Venho te convidar para
acessar o http://www.overmundo.com.br/
overblog/seu-mauricio-e-aninha-1


E compartilhar uma das maiores experiências que já vivi:
A noite de homenagem ao mestre Maurício de Oliveira.”

Em Movimento




O programa 'Em Movimento', da Rede Gazeta, após veicular - no sábado passado - o especial sobre a entrega do Prêmio TARU, destacou o evento e disponibilizou o vídeo em sua página:

http://gazetaonline.globo.com/
emmovimento/





Escultura: Rosana Paste




ROSANA PASTE
[Escultora, Professora e Secretária de Cultura da Ufes]





TARU - O que você está fazendo?

Eu administro a Secretaria de Cultura da Ufes e o que mais está nos absorvendo atualmente é que preparamos o lançamento em catálogo do acervo de arte da Ufes. São mais de 3.000 obras reunidas em mais de 30 anos. Vamos publicar em papel e on line.

TARU - E sua produção artística?

Tenho muitas esculturas para finalizar até a exposição que pretendo para o ano que vem. Costumo expor a cada dois anos.

TARU - Há uma temática para a exposição?

Não tenho temáticas, vou seguir meu projeto... desenvolvo desde que comecei meu trabalho artístico. Tenho uma intenção muito malvada... não quero utilizar uma galeria para a exposição, o material é produzido para ser exposto na natureza, em espaços da natureza, na Mata Atlântica, no Caparão, em Linhares... não quero floresta de eucalipto!

TARU - As esculturas são produzidas em material que vai se degradar?

É um material que vai se degradar após muito tempo, trabalho com ferro, aço... não é de tanta efemeridade assim.

TARU - Você entrou/vai entrar em projetos de outros artistas?

Participei do coletivo do aniversário de 455 anos de Vitória, fizemos uma série de palavras que foram espalhadas pela cidade. São letras de 2m de altura por 1m de largura, mas é bem poético... colocamos PAZ na Praça Oito, bem no Centro de Vitória; AFETO na avenida Fernando Ferrari; SOLIDARIEDADE em frente ao Horto de Maruípe; RESPEITO na avenida Beira-Mar; AMOR no bairro São Pedro; IGUALDADE na Praia do Canto.

Fiquei muito feliz em participar e ainda estou muito envolvida com este projeto que teve também o Fabrício Coradelo, a Mara, a Tati, o Rodrigo... cada um numa área, a gente foi se dividindo, eu fiquei com as palavras, a execução delas.

TARU - E seu trabalho na Ufes?

Eu dou aula de vídeo e de escultura na Ufes. E depois do lançamento do catálogo do acervo, novas possibilidades vão se abrir para curadorias, discussões com a sociedade, vai movimentar muitos profissionais, alunos...

E eu tento abrir o Museu da Ufes, um projeto que demora mesmo, que as pessoas têm de abraçar. Temos no acervo nomes importantes do Espírito Santo, do Brasil e internacionais e o lançamento do catálogo aumentar o interesse do público. Aí vamos botar na parede: e o Museu da Ufes?

É um processo lento, mas se os artistas, as pessoas, escolas quiserem... a Ufes é um centro muito importante para nossa historia, nossa memória.

TARU - O lançamento do catálogo acaba sendo uma ação política, né?

Sim! A sociedade vai passar a discutir o Museu da Ufes, vai ver que precisa dele.



OUTROS PAPOS
[ARQUIVO]


SETEMBRO
04 - JOÃO CAETANO PIMENTEL VARGAS
Músico e Jornalista
06 - BRENO LÚCIO
Webdesigner, Fotógrafo e Mergulhador
11 - AFONSO ABREU
Músico
18 - DÉRIK RAMOS
Ator e Radialista

AGOSTO
11 - ALEXANDRE ATHAIDE
Jornalista e Radialista
30 - TATI WUO
Jornalista e Musicista

JULHO
03 - ANA CRISTINA MURTA
Cineasta
04 - CAÊ GUIMARÃES
Jornalista e Poeta
05 - REGINALDO SECUNDO
Ator e Músico
06 - SANDRO JULIATI
Sociólogo, Professor e Músico
12 - JOELSON FERNANDES
Jornalista e Ator
14 - ANNA SAITER
Comunicóloga
17 - SERJÃO 'LORDOSE' NASCIMENTO
Radialista, Jornalista, Produtor e Músico
20 - MURILO ABREU
Músico e Produtor Cultural
24 - JULIO GOMES
Congueiro e Folclorista

JUNHO
01 - JOSÉ LUIZ GOBBI
Ator e Diretor
06 - PAULO DE PAULA
Dramaturgo, Ator e Diretor
07 - CÉSAR VIOLA
Pintor e Presidente do Sindicato dos Artista Plásticos - ES
08 - ARMANDO SINKOVITZ
Cineasta e Produtor Cultural
12 - SANDRA MEDEIROS
Jornalista e Professora de Comunicação

MAIO
17 - HELDER TREFZGER
Maestro da Orquestra Filarmônica do ES
18 - ROGERINHO BORGES
Músico e Radialista
22 - SÁSKIA SÁ
Presidente da ABDeC-ES, Cineasta e Professora da Ufes
23 - CHICO LESSA
Músico e Compositor
24 - ROBERTO BURURA
Diretor de TV e Fotógrafo
25 - HERBERT PABLO
Artista Plático/Gráfico
30 - KLEBER GALVÊAS
Pintor
31 - LIZA TANCREDI
Artista Plástica









MoVA-se: a segunda Guerrilha do Caparaó

"Foi de uma estranheza singela, amplificada pelo frio, assistir a imagens da primeira guerrilha do Caparaó, movimento armado da esquerda brasileira na luta contra os militares, na década de 60, no mesmo ambiente em que agora se vive uma segunda guerrilha: o cenário suntuoso das belas montanhas de Pedra Menina."

[texto completo] 11 julho
NENNA ESCREVE ÀS TERÇAS




A palavra proscrita

A primeira reação ao impacto das palavras de Franklin Neto é a construção de um mundo paralelo, em que as aparências da arquitetura social são confrontadas com um outro universo. E para esse novo local, para onde são transportados os leitores, socialmente batizado de fracasso, de impuro, que encontramos o impacto, o relevo dos mais sombrios e comoventes sentimentos, frustrações e agonias da condição humana, da decadência social e fisiológica.

[ texto completo] 26 julho
JOÃO BARRETO ESCREVE QUINZENALMENTE ÀS QUARTAS





Hello Marly!

"Não existe uma receita ou formula para o sucesso, mas a verdade é que ele é precedido de talento, trabalho e perseverança. A personagem Marly, de Milson Henriques, é produto desses três elementos."

[ texto completo ] 03 agosto 2006
PAULO DE PAULA ESCREVE ÀS SEGUNDAS



TARU: "Esse vocábulo, extremamente notável, originalmente designa apenas a lua, provavelmente também o sol, mas depois por uma associação de idéias muito natural, passou a significar também o tempo."

[Maximilien de Wied-Newied, em 1815/16 - durante estadia entre os botocudos que circulavam ao norte do Rio Doce]


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Nenna
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Um Duelo no Submundo de Vitória




"Conheci Octavio Ribeiro – ou Otário Ribeiro, como costumava trata-lo nas quebradas da madrugada – em meados dos anos setenta quando esteve no Espírito Santo fazendo um levantamento de roubos de carros para a revista 4 Rodas.

Nessa ocasião trabalhamos juntos e nossas matérias foram publicadas em A Tribuna e na 4 Rodas de maneira simultânea, o que impressionou Mino Carta, que por esse tempo havia fundado a revista ISTO É, em São Paulo.

Não demorou muito para Otávio Ribeiro estar de volta a Vitória. Dessa vez para realizar a reportagem "Um Duelo No Submundo de Vitória" para a revista ISTO É, em 1976. O trabalho foi resgatado por TARU em 1999 e agora retorna em uma elogiável atitude, que assim homenageia o jornalismo que se fazia há 30 anos, quando o computador ainda era sonho de repórter americano.

Naqueles tempos, a gente não contava com arquivos, estatísticas e outra mumunhas dos dias de hoje. O negócio era conferir a notícia “in loco”. Isso foi o que nós fizemos sobre a velha São Sebastião, a popular Carapeba, que segundo o saudoso Octavio Ribeiro éra a “Disnelandia da sacanagem”.

Leiam e aproveitem!



03 julho 2006



Este arquivo de textos reunindo material disponibilizado desde 1996, está sendo reorganizado:







Do ovo de Colombo ao ímã de Galvêas

"De forma análoga, o mesmo se deu com Kleber Galvêas. Tido como excêntrico e exótico (por combater a poluição atmosférica com sua arte), descobriu algo equivalente a Colombo: quem mais polui nosso ar é uma das maiores empresas do mundo. A mesma discriminação lhe adveio. Afinal quem era este pintor que, ao invés de mexer com tintas, se metia a questionar engenheiros, técnicos ambientalistas e autoridades alinhadas com a Empresa?"

30 agosto 2006
TEXTO COMPLETO AQUI















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